RSS

Arquivo da Categoria: 1

Os jornais e a cobertura das eleições em Angola

Os Jornais e a Coberturas da eleições em Angola

Os Jornais e as eleições em Angola

 
Leave a comment

Publicado por em 4 Agosto, 2009 in 1

 

MENSAGEM IMPORTANTE DA CRUZ VERMELHA

Mensagem importante da CRUZ VERMELHA


Esta é uma recomendação da Cruz Vermelha a nível mundial:

As ambulâncias e emergências médicas perceberam que muitas vezes nos 
acidentes da estrada, os feridos têm um telemóvel consigo. No entanto, na hora de intervir estes doentes, não sabem qual a pessoa a contactar na longa lista de telefones existentes no telemóvel do acidentado.

Para tal, a Cruz Vermelha lança a ideia de que todas as pessoas acrescentem na sua longa lista de contactos o NUMERO DA PESSOA a contactar em caso de emergência.


Tal deverá ser feito da seguinte forma:


‘AA Emergência’ 
(as letras AA são para que apareça sempre este contacto em
primeiro lugar na lista de contactos).


É simples, não custa nada e pode ajudar muito a Cruz vermelha ou quem nos acuda. Se lhe parecer correcta a proposta que lhe fazemos, passe esta mensagem a todos os seus amigos, familiares e conhecidos. É tão-somente mais um dado que registamos no nosso telemóvel e que pode ser a nossa salvação.

 
1 Comment

Publicado por em 14 Novembro, 2008 in 1

 

ELES AMAM A GUERRA

Esta semana a SIC Notícias, o Semanário Angolense na sua edição de n.º 290 de 08 a 15 de Novembro de 2008, entre outros mídias nacionais e internacionais, abordaram o envolvimento directo e indirecto de Angola na guerra da RDC.

O que se tem estado a ouvir, ler e assistir, não constitui novidade, uma vez que são questões que têm sido debatidas deste 2006, com maior abrangência.
Verdade ou não, o Semanário Angolense fala do pedido de Nicolas Sarkozy, no sentido de Angola, enviar tropas a RDC. A SIC esta semana abriu um dos seus jornais com a notícia de que Angola, enviou tropas à guerra da RDC. 
 
Notícias do Jornal de Angola sobre a crise na RDC
  • 7 de Novembro, publica uma matéria em que aborda uma Declaração do Governo exprimindo solidariedade ao Governo Congolês e, condenando as acções dos rebeldes. Segundo o JA nesta declaração o governo angolano, também condena a ingerência externa, afirmando que ela apenas contribui para o agravamento do conflito.
Ainda nesta edição, é destacada a preocupação da SADC, manifestada no encontro de 3 a 5 de Novembro em Maputo capital moçambicana
  • 13 de Novembro, noticiou que o Conselho de Segurança da ONU apesar de ter discutido no dia 11 de Novembro, este órgão ponderou o reforço dos efectivos da MONUC. Um relatório do Secretário Geral Ban Ki-moon, será submetido ao Conselho para discussão e no final do mês se chegará a uma posição mais concreta.
  • 14 de Novembro, SADC admite intervir no Congo Democrático com as suas “forças em alerta”. “A SADC já tem um mecanismo de alerta, criado na cimeira de Lusaka em 2007, que pode vir a ser chamado. E, par este efeito, é necessário analisar como é que a SADC vai colocar a missão no terreno e como é que a União Europeia pode aumentar a capacidade deste comando em termos logísticos, e outros meios que eventualmente essas unidades possam necessitar.” frisou George Chicoty, in JA. 
Analisando as últimas notícias, tudo indica que o nosso país demagogicamente apela a não ingerência de forças externas no conflito Congolês, mas irá participar das forças da SADC e outras para enviar os filhos de milhares de mães e pais angolanos, para mais uma guerra.
Parece que amamos a guerra e, não aprendemos as lições que as guerras nos têm dado.
Não é com o povo Congolês que a SADC, UE, França e Angola particularmente estão preocupados, o povo é o bode espiatório, como sempre. 
Existem outros interesses, outras motivações que fazem estes políticos amarem tanto a guerra. Todos somos livres de amar o que queremos, mas não somos livre de arrastar os outros ao nosso amor, sem pedir licença.
Penso que já é altura de questionar a legitimidade dos políticos e das políticas de mandar filhos de mulheres e homens, para guerras em casa do vizinho, ou de outros povos mais distantes.
Senhores Deputados da Assembleia Nacional, que prometeram não dormir mais durante as sessões, não ser cego aos problemas do povo e não comportar-se como adeptos do governo.
Senhores Ministros com pastas e sem pastas, que prometeram desta vez, mostrar trabalho de verdade, para o chefe ver que acataram bem a mensagem de “falar menos e trabalhar mais”.
Senhor Presidente da República, que prometeu nos garantir a estabilidade, segurança, unidade etc e mais as propagandas das eleições.
Senhor Presidente da Assembleia Nacional, que se comporta como governante e manda recado de piada ao Dr. Savimbi, esquecendo-se de que ele já morreu, e que já não és Primeiro-Ministro, que o Cassoma agora senta no teu lugar.
Senhoras que entraram na Assembleia e no Governo, por via da propaganda eleitoral do género, que prometeram não se esquecer que são mães, mulheres, namoradas, irmãs, avós, amantes e outras coisas que não vou falar agora.
NÓS NÃO QUEREMOS MAIS GUERRA, 
  • Deixem os nossos filhos estudarem, mesmo que seja em escolas de dúvidas, onde os vossos filhos não entram.
  • Deixem os nossos filhos, mesmo que não sejam donos, pelo menos, trabalharem nas empresas deste país, ao invés de ir à RDC.
  • Deixem de amar a guerra, se não querem, que a beijem sozinhos.
  • José Eduardo dos Santos, não cometa este erro, as mulheres e homens, mães e pais, namoradas, amantes, irmãos e irmãs, primos e primas, avós e avôs, dos jovens que irão morrer na guerra da RDC, não te votarão nas presidenciais e se não houver batota poderás perder.
ACABEM COM AS GUERRAS SEM MAIS GUERRA.
Jornalista Independente.
 
 
1 Comment

Publicado por em 14 Novembro, 2008 in 1

 

Esse Pereira…..

Durante as eleições legislativas de 5 e 6 de Setembro de 2008 em Angola, apoiei o partido FpD. Quando decidi faze-lo não tive qualquer dúvida, estava certo, convicto e confiante. Hoje apesar dos resultados eleitorais não terem sido satisfatórios, posso afirmar com toda certeza que não estou arrempendido.

O meu caro colega Fernando Pereira, por ser do comité de especialidade dos jornalistas do MPLA, vacilou esta semana ao dizer que eu estava a regular mal, por apoiar a FpD e que devia apoiar o seu MPLA.
Sobre esta questão quero problematizar o seguinte:
  • O meu colega pertence ao comité de especialidade dos jornalistas do MPLA, mas não devia lá estar, porque não tem nenhuma especialidade cientificamente reconhecida.
  • Este cidadão tem sim é uma especialização em bajulação.
  • Nasceu habituado a pendurar-se em quem ganha e não sabe o sabor de se lutar por ganhar, e a virtude de saber perder.
O meu colega é um…………….
Continuarei a escrever…..
 
Leave a comment

Publicado por em 16 Outubro, 2008 in 1

 

Tipo no tempo da escravatura

Muitas empresas de transportação e de construção civil, principalmente têm levado os seus funcionários nas viaturas de uma forma, pouco humanas.

A polícia não presta a devida atenção a esta questão e a opinião pública, passou a ter opiniões privadas em relação a está matéria.

A imagem que vemos é exemplo disso.

 
Leave a comment

Publicado por em 11 Julho, 2008 in 1

 

Will


Estou a conduzir.
 
Leave a comment

Publicado por em 13 Fevereiro, 2008 in 1

 

Uma missão que vale,

Meus amigos e companheiros, quero contar-vos uma história, destas histórias que são verídicas, são reais, nas quais somos participes e, por isso, nos identificamos mais com elas.

Podem ficar descansados, não falarei das chuvas, do trânsito, das pessoas com deficiência, da minha família, do meu novo emprego, do antigo, nem de outra coisa qualquer, que até dava-me algum jeito.

Bem, muitos de vocês sabem, que desde a década de 90, estou envolvido em movimentos associativos (minha paixão e aprendizagem), cujas causas sempre foram humanísticas, como é óbvio. Durante estes anos, muitas coisas boas me têm acontecido, as más também, mas não é delas que vou falar.

Ok, continuando… bem é melhor entrar no assunto e deixar as introduções de lado, porque se não, vocês ficam cansados, chateados e dirão este Will…

E tudo começou…

Estávamos no final do mês de Novembro, quando subia a euforia do triângulo festivo. Num dia que não era belo, passava pelo Zé Pirão (na verdade nunca percebi porque é que deram a esta zona o nome de Zé Pirão, o certo é que em Benguela pirão é o que em Luanda chamam de funge de milho, talvez tenha vivido ai o Sr. José que comia muito pirão, mas isto já são estórias), no Maculusso e, bem na esquina encontrei…

… Encontrei, não a mulher com a qual me vou casar, não a mulher por que me apaixonei, não sim… encontrei as mulheres que diariamente são ignoradas e desprezadas por muitos, as mulheres que suportam as corridas dos policias e fiscais, porque lutam para sobreviver, num país em que apenas alguns vivem e os que sobrevivem são um incomodo, mas a malta mesmo assim não desiste, é somos teimosos na nossa pobreza, queremos também viver. Eh sempre fui de opinião que o fenómeno da venda ambulante, é um dos reflexos da nossa extrema pobreza e, como tal, tem sido muito mal resolvido.

Bem depois de fazer a esquina, deparei-me com estas mulheres, todas sentadas a vender os seus produtos, naquele instante apeteceu-me fotografar, filmar ou pintar um quadro com a imagem delas, mas não sei pintar, não tinha câmara fotográfica ou de filmar. Como não podia fazer nenhuma destas coisas, aproximei-me apesar de estar ligeiramente atrasado, e comecei a conversar com as mesmas, principalmente com a que estava em estado de gestação.

Neste dia fiquei uma hora a conversar com as senhoras sobre a vida, aproveitei para sensibilizar a nossa irmã que estava em estado de gestação, sobre os cuidados que devia ter e da importância das consultas de pré – natal e aderência ao programa de corte da transmissão vertical, que felizmente o nosso controverso país tem de forma embrionária e, ainda bem, oxalá se estenda rapidamente.

A transmissão vertical ocorre quando uma mãe com VIH transmite o mesmo ao seu bebé durante a gravidez, serviços de parto e ou amamentação, no entanto, a corte da transmissão vertical, pode impedir que isso ocorra. De referir que o corte da transmissão vertical é uma terapia que permite a partir do momento que se identifique que a mãe tem VIH, tomarem medidas de prevenção a fim de impedir que o filho nasça com VIH.

Depois de terminar a conversa, pelo caminho comecei a sentir-me cada vez melhor, sentia algo de especial, constatei que aquelas mulheres muitas vezes, apenas precisam de alguém que as possa ouvir. Naquele momento senti-me uma pessoa prendada, um anjo em cadeira de rodas que tinha de estar ali, para cumprir uma missão, um dever de permitir aos outros o direito à informação.

Meses depois voltei a passar pelo mesmo local e observei que uma mulher vinha a correr em minha direcção gritando:

- Mano, mano, mano…

E parei, a mulher eufórica disse:

- Mano, lembra naquele dia que nos falaste aquelas coisas sobre SIDA! Daquela mana que estava grávida? Ela teve, é rapaz e vai ser teu chará, por isso, dá só o teu nome.

Sem muitas palavras e questionamentos, (o que frequentemente tenho feito) peguei uma folha de papel e esferográfica para escrever o meu nome.

Dois meses depois, num fim-de-semana, na rua da Liga africana ao caminho de uma pastelaria para um dos meus habituais lanches, outra senhora que esteve no mesmo grupo, pediu-me para parar e disse:

- Manas lembram este mano, naquele dia estava a nos falar coisas boas, parece que Deus tinha lhe enviado.

Dirigindo-se para mim solicitou:

- Mano fala só mas o teu nome, o teu chará ainda não lhe demos nome.

Neste instante outra senhora do grupo pergunta:

- Mas qual é a mana que estas a falar?

- A sulana, ela tava grávida e o mano deu bons conselhos, agora ela e o marido, querem saber o nome para dar a criança.

- É verdade, mano teu chará é bem bonito, tem cabelo grande, é fino…

Risos…

Enquanto elas falavam eu ouvia com atenção e escrevia no papel um dos meus nomes próprios, claro. Entregue-lhes o papel e despedi-me delas.

Depois escrevi e vos enviei, agora vocês leram e sabem.

 
Leave a comment

Publicado por em 3 Outubro, 2007 in 1

 

2 livros para ver e ouvir Paulo Flores


Paulo Flores, na sua qualidade de Embaixador da Boa Vontade das Nações Unidas em Angola, realizará no dia 8 de Março, um espectáculo no horário das 15 às 20h30 no Cine Atlântico. O evento contará com exposições de arte infantil, teatro, poesia e outras actividades demonstradas pelas crianças do Centro de Acolhimento, com o apoio da Trienal de Luanda.

Para além de Paulo Flores, Manecas Costa, Ciro Bertino, João Ferreira, Patrícia Fária, Yuri da Cunha, Dog Murras, Totó e Wiza, proporcionarão um dia agradavel que beneficiará cerca de 500 crianças dos Centros de Acolhimento, que também vão fazer parte da festa.

Todos os interessados, poderão adquirir os seus convites na União dos Escritores Angolanos ou na Associação Chá de Caxinde, mediante a entrega de dois livros, sendo um para uma mulher e outro para uma criança.

O UNICEF como entidade organizadora do evento, espera conseguir apoios para implementação da estratégia de combate à pobreza e dos objectivos de desenvolvimento do milénio, a produção de um CD com 6 músicas cujas receitas servirão para investir em qualquer projecto para as crianças e mulheres.

De referir que este evento enquadrado nas comemorações do dia 08 de Março, Dia Internacional da Mulher, é um esforço conjunto entre as agencias das Naçoes Unidas, com destaque para o UNICEF, Governo de Angola, o Embaixador da Boa Vontade e a Sociedade Civil.

Espero por si…

 
Leave a comment

Publicado por em 7 Março, 2007 in 1

 
 
Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.